Cearense afirma que fez terapia após rejeição no BBB

A ex-participante do BBB 18, Patrícia Leitte, fez revelações sobre o que aconteceu após o reality show. Na época, a cearense obteve a maior rejeição da história do programa com 94,26% dos votos. Recentemente, ela passou o “trono” para o humorista Nego Di, que foi eliminado recentemente com mais de 98% dos votos.

Em entevista ao programa Resenha Proibidona, da rádio FM O Dia, Patrícia contou que sofreu ataques na internet logo após ser eliminada do programa. “Hoje eu consigo rir porque, quando aconteceu, eu pensei em suicídio. Até hoje faço terapia para conseguir conviver com os haters. Me compararam com Suzane Von Richthofen, para vocês terem uma ideia. Sem tem feito nada do que estão fazendo nesse agora, eu fui comparada com ela, imagina com o que estão fazendo agora. Nem sei o que vai ser”, disse.

Os ataques, porém, não ficaram restritos apenas à internet. A cearense revelou que sua vida mudou para pior após receber tamanha porcentagem de votos. “Eu tive que vender meu carro, fiquei a pé. Fui proibida de ir na escola do meu filho por conta dos ataques e pelo bullying que ele sofria, já que a mãe dele era tida como a pior pessoa do universo”, relembrou.

Na visão da ex-BBB, o programa é capaz de transformar os participantes em mocinhos ou vilões. “Eu não levei em consideração as 70 câmeras e falei tudo o que eu pensava. Geralmente, isso em um reality, é uma faca de dois gumes: pode ser que seja muito bem visto ou, como no meu caso, ser tirada para vilã”, explicou.

Com os ataques sofridos na web, Patrícia Leitte precisou bloquear muitos seguidores. Porém, com o passar do tempo, ela começou a denunciar para a Justiça as ofensas sofridas na internet e comemora o resultado. “Hoje os crimes virtuais são todos catalogados e existe todo um aparato para que sobre qualquer tipo de ataque, preconceito, seja ele qual for, entendeu? Não é terra sem lei!”, afirmou.

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